21 de julho de 2015

SEJA ESPÍRITO E ESCAPE DOS QUE O ESCRAVIZAM NA CARNE

H
Á PESSOAS de mentalidade iníqua hoje propagando uma apostasia sobre Paulo. Dizem que ele, em muitos pontos de suas cartas, apenas expunha suas ideias particulares; como se ele estivesse sob a influência da sua anterior forma de pensar e agir, a farisaica. Tais iníquos, no entanto, desconsideram que Paulo, ‘por causa do senhor Jesus, havia aceitado a perda de todas as coisas’ relacionadas ao farisaísmo, ‘e que passou a considera-las como uma porção de refugo’. — Filipenses 3:1-11, TNM.

Escreveu o apóstolo Paulo suas cartas expondo suas próprias ideias,
ou foi ele inspirado pelo "espírito dos Deuses santos"?
   O apóstolo Paulo tem sido acusado de ter emitido suas cartas aos cristãos sem a autorização ou aval do “espírito dos Deuses santos”, mais de própria decisão e espírito. (Daniel 4:8) Por exemplo, dizem que as seguintes palavras escritas por ele aos cristãos da Galácia são meras maldades farisaicas: “Ó insensatos gálatas! Quem é que vos submeteu à influência má, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi retratado abertamente como pregado numa estaca? Eu só gostaria de aprender de vós o seguinte: Recebestes o espírito devido a obras da lei ou devido a terdes ouvido por fé? Sois vós tão insensatos? Depois de terdes principiado em espírito, estais agora sendo completados em carne?”. (Gálatas 3:1-3, TNM.) Apontam que Paulo estava querendo introduzir as suas ‘próprias boas novas’ no lugar das já pregadas pelos “certos”, que estes acusadores dizem ser os 12 apóstolos. (Compare com Gálatas 1:6, 7) Seria isso mesmo? Estaria Paulo agindo tão maldosamente, querendo desviar os cristãos de Cristo? Paulo tentava restringir os cristãos de praticarem o verdadeiro cristianismo? Era Paulo um homem carnal?
PAULO PEDIA QUE FÔSSEMOS CARNAIS?
   Não, definitivamente Paulo não estava sendo mau ou restritivo demais — um fariseu — por dar tão oportuno aviso aos seus irmãos gálatas. Paulo zelava pela espiritualidade deles. Ele sabia que, se os cristãos da Galácia insistissem na prática das “obras da carne”, seriam desclassificados para ‘herdarem o reino’! Ademais, não foi apenas a esses irmãos que Paulo advertiu duramente. Em praticamente todas as suas cartas inspiradas, destinadas a todas as congregações, ele deu o mesmo aviso pungente contra as obras da carne. — 1 Coríntios 3:3; 6:9, 10; Romanos 8:7, 8; Colossenses 3:5; Efésios 4;19.

   Paulo não agia como um fariseu, mas imitava seu Mestre, Jesus, que havia dito que ‘seus Pais Jeová estavam à procura de pessoas espirituais para serem Seus adoradores’. Para serem adoradores verdadeiros e herdarem as bênçãos do reino, todos os cristãos ‘teriam de ser espíritos’, havia dito Jesus. Ele explicou o motivo disso ao dizer conclusivamente: “Os Deuses [santos] são espíritos”. (João 4:21-24) O que isso significa? Paulo explicou, dizendo: “A carne é contra o espírito no seu desejo, e o espírito contra a carne”. — Gálatas 5:16; Romanos 8:5, 13.

   Longe de o evangelista João está dizendo que os Deuses “são espíritos” porque são dotados de um corpo translúcido — invisível —, está apenas destacando o aspecto da personalidade Deles todos: que eles não praticam obras carnais, ou seja, pecados e vilanias. Ademais, significa também que Eles todos não são escravos de alguma coisa ou sujeitos a algum capricho, tal como ocorre com os humanos pecadores e escravos de vários desejos nocivos. Todas as particulares coisas que torna os homens ‘carnais’ e escravos do pecado eram como o véu no rosto de Moisés, que impedia os israelitas carnais de observar as coisas do espírito. Com o véu no rosto, significava que todas as suas “faculdades mentais estavam obtusas”. Este véu — ou pecado; carnalidade; escravidão aos desejos humanos pecaminosos —, por fim, seria retirado por Cristo Jesus. Ora, mais por quê? Porque “Jeová são espíritos; e onde estiver o espírito de Jeová, ali há liberdade. E todos nós [os israelitas], ao passo que com rostos desvelados refletimos como espelhos a glória de Jeová, somos transformados na mesma imagem, de glória em glória, exatamente como feito por Jeová: espíritos.” — 2 Coríntios 3:12-18; Romanos 11:7.
TODOS TEMOS DE SER ESPÍRITOS
   Escrituralmente, portanto, um discípulo de Cristo tem de ‘ser um espírito’, ou seja: ele precisa ‘andar por espírito e negar-se a viver pela carne’ — pecando premeditadamente, executando os desejos nocivos e sujeitando seus corações ao véu da “obtusão”, ou “práticas ímpias". (Romanos 11:25-27) O sentido dado pelas Escrituras para deixar a carne’ não é o de a pessoa morrer para que seu espírito fique livre. (Compare com Eclesiastes 12:7; Salmos 78:39.) Antes, significa que a pessoa abandona as “obras da carne” alistadas pelo apóstolo. Ele enumerou-as: "Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são fornicação [prostituição], impurezas, conduta desenfreada, idolatria, prática de espiritismo, inimizades, rixa, ciúme, acessos de ira, contendas, divisões, seitas, invejas, bebedeiras, festanças e coisas semelhantes a estas. Quanto a tais coisas, aviso-vos de antemão, do mesmo modo como já vos avisei de antemão, de que os que praticam tais coisas não herdarão o reino dos Deuses". (Gálatas 5:19-21, TNM.) Depois de abandonar tais obras, a pessoa terá de praticar em sua vida os “frutos do espírito”, conforme também apontou Paulo, dizendo: “Por outro lado, os frutos do espírito são amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio. [...] Os que pertencem a Cristo Jesus pregaram na estaca a carne com as suas paixões e desejos”. — Gálatas 5:22-24, Itálico nosso.


   É difícil, mas não impossível, seguir o requisito de ‘ser um espírito’ e praticar os frutos dele. Por fazer isso ‘herdaremos o Reino’! Será que, pelo simples fato de uma pessoa dizer que pratica os frutos do espírito, ele herdará o Reino e suas bênçãos? Os líderes religiosos cristãos, por exemplo, não só dizem que fazem isso, mas também se jactam de serem mais espirituais que todos os demais cristãos. Isso é mesmo verdade? Evidente que não! Vejamos por que.
OS COVARDES E MENTIROSOS LÍDERES RELIGIOSOS CRISTÃOS
NÃO HERDARÃO O REINO!
   Viver pelo espírito, evitando viver pela carne, nunca foi fácil para ninguém. Jesus comparou os dois modos de vida com duas estradas com seus dois respectivos portões. Uma era larga e que representa viver pela carnalidade. Os que andam nesta estrada passam fácil no “portão” que é “largo”. A outra estrada é estreita e os que trafegam por ali são os ‘espíritos’ — pessoas que vivem pelo espírito. Aos que andam nela, Jesus disse: “Esforçai-vos vigorosamente a entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos buscarão entrar, mas não poderão”. (Lucas 13:24; Mateus 7:13) Quem estão entre os “muitos” que “não poderão” entrar no Reino? Jesus havia dito a todos os membros do Corpo dos Governantes religionista judeu, os principais sacerdotes e os fariseus de seus dias: “Eu continuo mais um pouco convosco, antes de ir para aqueles que me enviou. Vós me procurareis, mas não me achareis, e onde eu estou, vós não podeis ir.” (João 7:33, 34) Estas palavras aplicam-se também aos atuais líderes religiosos cristãos? Sim, pois todos os atuais líderes religiosos imitam de perto aqueles governantes religiosos! Assim como aqueles iníquos buscava matar o “Agente principal da vida” deles, os atuais buscam matar os que hoje andam por espírito. (Atos 3:15) Um dos motivos é que estes não se deixam submeter às suas arapucas armadas em forma de igrejas, templos, congregações, salões do reino e “centros de adorações”. Quais são outras razões que os impede de entrar no reino e porque isso é fácil de ser observado hoje?
Cuidado com os líderes governantes religiosos que rugem como leões,
pois eles estão à procura de quem devorá

   Os líderes religiosos ditos cristãos são “atrevidos, obstinados [e] não tremem diante dos gloriosos, mas falam de modo ultrajante” Deles. (2 Pedro 2:10, TNM.) Os “Gloriosos” (“Dignidades”, Almeida; “Seres celestiais”, NVI.) são os Deuses santos Jeová. De que forma os líderes ‘ultrajam os Gloriosos’ Deuses Jeová? Primeiro eles não os reconhece como Deuses, mais dizem haver um único Deus de modo literal. Mas, veja um motivo mais explícito. Judas, seguindo a mesma linha de raciocínio de Pedro, mais acrescentando detalhes ligeiramente diferentes, expõe o principal ‘ultrajar dos Gloriosos’ por parte destes iníquos:

“Apesar disso, esses homens [...] estão se entregando a sonhos, aviltando a carne, desprezando a autoridade e falando mal dos Gloriosos. Mas, quando Miguel, o arcanjo,* teve um desacordo com o Diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir um julgamento contra ele com insultos, mas disse: ‘Jeová o censure.’ No entanto, esses homens falam mal de tudo que na verdade não entendem. E, em todas as coisas que eles entendem por instinto como animais irracionais, eles continuam se corrompendo.” — Judas 8-10, TNM-R.

   Miguel é um dos Deuses santos Jeová — um da categoria de “Deus-de-Deuses”, pois lidera miríades de outros Deuses, os Deuses-Mensageiros —, mais nem por isso toma decisões a sós, ‘desprezando a Autoridade’ (a hierarquia existente entre todos Eles). Miguel deve obediência a outros Deuses, sobretudo ao “Antigo de Dias”, o Maioral dentre todos os Deuses santos Jeová nesta parte da galáxia.# (Daniel 7:9) Antes, levando isso em conta, Miguel disse para o Diabo, isto é: para Gadrel, que “Jeová” — todos os Deuses como grupo e agindo em união — é quem o ‘censuraria’. Têm esse espírito de humildade os líderes religiosos? Não. Eles desconsideram que o atual Antigo de Dias Júnior, Jesus, é que é o “Pastor excelente” — o ‘único Pastor’ — sobre Suas ovelhas. (João 10:11; Ezequiel 34:23) Estes homens atrevidos não o levam em conta na hora de ‘espancar três vezes’ as ovelhas de Cristo. (Números 22:21-31 — Compare com o artigo nas páginas 19 a 24 desse número de A Continela.) Agem como ‘animais irracionais’, dominando e causando prejuízos sobre os que são a “herança dos Deuses” e nem é preciso enumerar aqui as formas com que eles maltratam as ovelhinhas de Jesus. (Eclesiastes 8:9; 1 Pedro 5:3; Isaías 49:26) Entretanto, mesmo sabendo que por esses seus procederes eles ‘receberão um julgamento duro’ de reprovação, não só persistem em agir com atrevimento, mais insistem em dizer que serão os ‘primeiros a entrarem no reino’, enquanto que as ovelhas de Cristo, que eles também chamam de os “demais mortos” e de ‘grande multidão de amaldiçoados’, só alcançarão a salvação mil anos depois deles! (João 7:49; Lucas 20:47; Apocalipse 20:5, TNM.) Quanto atrevimento!

   Esses atrevidos, portanto, buscam entrar no reino a qualquer custo. Visto que eles não ‘andam por espírito, mas pela carne’, não entrarão de forma alguma! Ademais, estão divididos entre si, praticando todo tipo de ‘ciúme, rixas, brigas e desordens’. (Compare com Tiago 3:13-16.) A situação é tão absurda que eles são eternos intrigados e pronunciam maldições entre si: líderes católicos contra líderes protestantes; líderes protestantes contra líderes evangélicos; estes contra os líderes adventistas e batistas, pentecostais, e contra os do Corpo dos Governantes das Testemunhas de Jeová, que, por sua vez, odeiam a todos os demais e os difamam em suas publicações . . .; e o círculo se repete, incluindo a outros quem nem adianta mencionar aqui. Absolutamente, não há nada que os faça unirem-se, como Jesus indicou que deveria ser o cristianismo genuíno. — João 13:34, 35; 1 João 4:20.

   Estes líderes religionistas realmente são ‘homens que têm dominado as massas de crentes para o prejuízo destas’ e que, qual prejuízo-maior, intentam causar que todos eles não ‘herdem o Reino’! (Eclesiastes 8:9) Esses iníquos alegam conhecer intimamente a Jesus, como se fossem da família dele, pois têm afirmado que somente eles é que são ungidos e ‘irmãos de Cristo’. (Mateus 12:50; Hebreus 2:12) Dizem também que somente eles é que têm o espírito santo, e que, portanto, só eles estão autorizados a ‘percorrer as páginas das Escrituras em busca do seu entendimento’. (Daniel 12:4) Jesus, por outro lado, nega categoricamente que os conhece e os encara quais “obreiros da injustiça”. — Lucas 13:26, 27, TNM.

   Visto que eles não herdarão o reino sendo carnais — ‘carne não pode herdar o reino dos Deuses’ (1 Coríntios 15:50) —, mas haverá um julgamento pesado sobre eles, os Deuses profetizam o que lhes  sobrevirá de fato,  dizendo: “Quanto aos covardes, e aos que não têm fé, e aos que são repugnantes na sua sujeira, e aos assassinos [no caso dos líderes eles são assassinos espirituais], e aos fornicadores [também os fornicadores espirituais], e aos que praticam o espiritismo, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, terão o seu quinhão no lago que queima com fogo e enxofre. Este significa a segunda morte.” — Apocalipse. 21:8.

MILHÕES HOJE ESTÃO PERDENDO SUA HERANÇA NO REINO
   Os do Corpo dos Governantes das Testemunhas de Jeová, um dos mais fortes tentáculos do inteiro “homem que é contra a lei, o filho da destruição” — homens arrogantes e odiadores de todos os que os ‘descobrem no meio da congregação’ (2 Tessalonicenses 2:3-12; Provérbios 26:26; 1 Timóteo 5:24) —, são exímios enganadores das mentes. (Tito 1:10) Tais homens já têm ‘explorado com ganância e com palavras simuladas’ já por mais de sete décadas os seus governados. (2 Ped. 2:3) Todos os que se submetem a estes homens quais governantes, e não aos Deuses, não têm o “espírito dos Deuses santos”, e, por isso, vivem deprimidos. (Atos 5:29, 32; Hebreus 12:12) Neste estado, são incapazes de identificar de onde vêm tais sentimentos ruins, mesmo que façam longas orações e leituras das Escrituras.

   Todas as Testemunhas de Jeová, por conseguinte, correm sérios riscos de ‘não herdarão o Reino’! Elas seguem de perto a tudo o que os do Corpo dos Governantes lhes mandam — 'que isso faça sentido, quer não' , e não ao que os verdadeiros Governantes, os Deuses Jeová, pedem que façam! São cristãos que vivem por espírito — são espíritos — e que atingiram a perfeição, mais se submetem aos atos cruéis de seus líderes mais que aos verdadeiros Líderes de suas almas, os Deuses santos Jeová. (Mateus 5:48; 1 Pedro 1:16) Quão lamentável tudo isto tem sido! Por seguirem aos do apóstata Corpo de Governantes, as Testemunhas infelizmente têm andado “segundo o governante da autoridade do ar, o espírito que agora opera [nestes] filhos da desobediência”, ‘comportando-se em harmonia com os desejos da carne, fazendo as coisas da vontade da carne, quais filhos do furor’. — Efé. 2:2, 3.
As Testemunhas de Jeová são pessoas boas, limpas, santas, perfeitas e,
definitivamente, são espíritos. Entretanto, parecem mais predispostas a
'obedecer aos seus governantes religiosos que aos
verdadeiros Governantes, Jeová'

   Os apóstatas líderes religiosos ditos cristãos, aproveitando das fraquezas espirituais do povo de Jeová, há muito têm ensinado que ninguém dentre elas, mas apenas eles e alguns outros gatos-pingados amiguinhos Seus, é que herdarão o Reino. Que todos os nossos irmãos que se encontram neste tipo degradante de escravidão, subservientes a homens maus e impostores, consigam escapar para a liberdade da Lei do Cristo, onde não se exige jamais que eles sejam ‘obedientes mais a homens que aos Deuses’ e onde eles poderão tornar-se espíritos livres do jugo iníquo destes homens animalescos.
_____
  * Miguel é aqui chamado de “o arcanjo” — singular —, não por ser o único arcanjo existente. Antes, é para destacar que somente este arcanjo era responsável por liderar a nação de Israel, enquanto que os outros lideravam outras nações. Neste sentido, por liderar a nação cujos Deuses eram Jeová, Miguel era “um dos mais destacados Príncipes”, ou Arcanjos. — Daniel 10:13; Enoque 9:1; 61:10; 71:3.
  # Veja as páginas 14 a 17 de A Continela de janeiro a abril de2015.


10 de maio de 2015

‘JESUS NÃO SUBIU AOS CÉUS’, CONCLUE UM ANTICRISTO

“P
ESQUISA que revelaria ossada de Cristo coloca em dúvida o dogma da ressureição”. Essa afirmação aparece logo abaixo de uma indagação-título na revista ISTOÉ de 6 de maio de 2015 (Ano38 – Nº 2370 – p. 52). O motivo para tal alarde baseia-se num novo estudo feito em Israel encabeçado por Aryeh Shimron, um “pesquisador aposentado do Geological Survey of Israel” (Pesquisa Geológica de Israel), como definido por Raul Montenegro, responsável pela matéria de IstoÉ. Que base aponta a revista como tendo sido conclusiva para a afirmação do estudioso e sua equipe? Muito mais importante: Tal pesquisa tem mesmo algum fundo real e verdadeiro, ou seria toda ela apenas mais um ataque feito por um anticristo?

A BASE DO ESTUDO
   Diz a revista que a base do estudo “está relacionada a dois polêmicos achados anteriores”. Que achados foram esses? O primeiro é a divulgação feita em 2002 por um colecionador de relíquias arqueológicas. Ele possuía um ossuário que continha a seguinte inscrição: “Tiago, filho de José, irmão de Jesus”. É bastante curioso que uma relíquia dessas, que, conforme estudos realizados para ele, supostamente apontam como tendo dois mil anos de idade, mais que só agora tenha sido divulgada. (Clique aqui para lê sobre isso.) A segunda base, aponta a matéria, consiste num “documentário” que teria revelado em 2007 dez urnas funerárias encontradas em 1980 em Jerusalém e que levam inscrições com o nome do Senhor e de pessoas a ele próximas. Concordemente, num deles estaria escrito: “Jesus, filho de José”, num outro: “Maria Madalena”, e, num terceiro: “Judas, filho de Jesus”. Diante de tais indícios, o pesquisador então concluiu que, “a convergência de tantos nomes bíblicos ligados ao filho de Deus num único lugar [...] fortalece a chance de serem relacionadas a Cristo”. É razoável tal conclusão?

QUÃO RAZOÁVEIS E CONSISTENTES SÃO AS “EVIDÊNCIAS”?
   Onde quer chegar o pesquisador com sua conclusão (sua "pesquisa" ou sua “análise”, conforme diz IstoÉ?) Simples. Se se confirmar que os ossuários que contém o nome "Jesus" for mesmo o dele, então significa que ele não 'foi levado para cima numa Glória', como aponta a Escritura, o que torna a crença fundamental cristã, a ressurreição de Cristo, algo sem sentido e vã. (Atos 1:2; 1 Tim. 3:16) A matéria de IstoÉ até mesmo cita as memoráveis palavras do apóstolo Paulo, que definiu a fé dos cristãos da seguinte forma: “Se Cristo não foi levantado, a nossa pregação certamente é vã, e a fé que vocês têm também é vã.” (1 Coríntios 15:14, TNM-Rev.) Evidente! Se o “documentário” onde aponta os ossuários encontrados em 2007 forem mesmo do Jesus Cristo e da Maria Madalena que o conheceu, então ‘a fé de mais de dois bilhões de cristãos hoje é vã’. Mas tais ossos e ossuários são mesmo de quem o pesquisador conclui que seja?#

   Embora que as conclusões de Shimrom baseiem-se na simples menção de nomes, o de Jesus e de Maria Madalena juntos e também o de certo Judas que se “apresenta” como sendo “filho de Jesus”, tal conclusão é muito frágil, por uma simples razão: o nome Jesus era muito comum em seus dias e ainda mais nos tempos posteriores, quando ele virou “celebridade” em todo o mundo habitado da época. E quanto ao nome Maria Madalena? Seria ele um nome ímpar na época? Engana-se quem pensa que Madalena seria um nome ou segundo nome. A Maria Madalena que teve contato com o Senhor é assim chamada devido sua origem. Estudo Perspicaz das Escrituras (V. 2, P. 776) explica isso, dizendo que Maria Madalena era um nome “distintivo (que significa ‘De (Pertencente a) Magdala’) provavelmente deriva da cidade de Magdala [...] na margem ocidental do mar da Galileia, a cerca de meio caminho entre Cafarnaum e Tiberíades”. Será que só existia uma Maria em toda a cidade de Magadã?

   Portanto, o nome daquela mulher era primariamente “Maria” e esse nome era muito mais comum que “Jesus”, “Simão”, “Judas” e tantos outros. Para diferenciar esses e muitos outros nomes uns dos outros naqueles tempos usualmente usava-se como referência seu local de nascença — ou o que pensava-se ser esse o local. Assim, Jesus era conhecido como “Jesus de Nazaré”, porque sua família morava lá e, por ter Jesus vivido toda sua infância ali, pensavam que ele teria nascido ali, embora que sabemos hoje que ele nasceu em Belém, em cumprimento de uma profecia. (Marcos 1:9; Atos 10:38; Miqueias 5:2) Hoje não é tão comum os pais porem por nome em seus filhos o nome do Senhor, mais será que você conseguiria contar as Marias existentes nos tempos atuais? Diante disso, o que podemos concluir da pesquisa feita e de seu pesquisador?

SHIMRON É UM ANTICRISTO
   Embora que a revista IstoÉ mencione o “pesquisador aposentado”, o senhor Aryeh Shimron, como tendo usado em sua “análise” materiais de peso em evidências científicas, como “alumínio, magnésio e potássio” — por isso ele ‘chegou à conclusão a que chegou’, aponta a matéria — nós Testemunhas dos Deuses Santos apontamos outro material que esse homem usou nessa sua análise: o veneno dos "muitos enganadores [...] o anticristo". (2 João 7) Não é nenhuma novidade que os judeus daqueles tempos odiavam a Cristo, aos que o anunciaram de antemão e aos seus seguidores, a ponto de os matarem a todos. (Atos 7:52) Eram naqueles tempos e ainda o são hoje verdadeiros anticristos. (1 João 2:18) Por exemplo. Um professor de arqueologia da Universidade Metodista de São Paulo, Rodrigo Silva, é citado na matéria como informando que, dentre os ossuários encontrados (917 ao todo), 25% deles (isto é: 229 ossuários) contém inscrições. Dez desses, aponta, contém o nome “Jesus”. Esse detalhe, porém, de modo algum serve como barreira aos interesses iníquos de um anticristo. Tanto é verdade que, ao fim da matéria, Shimrom é citado como tendo dito que sua descoberta “vai reforçar o credo das pessoas ao invés de ameaçá-lo. Talvez o modifique”. Eles simplesmente desconsidera o fato apontado pelo seu colega arqueólogo Brasileiro. Será que um anticristo tem mesmo a vontade e o desejo de ‘reforçar a fé dos cristãos’? Quais cristãos despertos, temos realmente de “[pô] à prova as declarações inspiradas para ver se elas se originam dos Deuses, pois muitos falsos profetas [anticristos] saíram pelo mundo afora.” — 1 João 4:1; Compare com Mateus 24:24.
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  * Embora a matéria de IstoÉ escreva Jesus como “filho de Deus”, assim com “f” minúsculo, sabemos que devemos classificar Jesus como “Filho” com “F” maiúsculo, pois ele era, como “Filho”, único diante dos Deuses em muitos sentidos. Ademais, quando as Escrituras indicam sua filiação não o faz no sentido comum, mais num sentido abrangente. Jesus era “Filho dos Deuses” — de todos eles — por ter sido enviado à terra por eles qual humano.
   # Jesus verazmente ressuscitou e ascendeu aos céus. Porém, o que antes se pensava sobre de que forma subiu ele e o que era a “nuvem” que o elevou aos céus é hoje mais plenamente entendida como tendo sido uma das gloriosas aeronaves dos Deuses. A Revista Cempertai! número 5 (cp5P_setout14) tem todas essas novas verdades. Vale a pena lê-la agora.


4 de maio de 2015

A GUERRA “NO CÉU" E A "EXPULSÃO" DOS SATÃS DALI

N
UMA PARTICULAR linguagem figurada presente nas Escrituras, o enaltecimento de uma pessoa à uma posição de favor é comparada com tal pessoa ser “levada ao céu” ou “aos céus” onde, ali, passa a ser comparada a uma estrela. De fato usamos uma expressão coloquial onde, quando se quer elogiar ou promover alguém, diz-se em coloca-la ‘nas alturas’.1 Concordemente, quando é o oposto disso que ocorre, quando tal pessoa é humilhada — ou que esteja prestes a isso — diz-se que sua derrota ou queda de uma alta posição será como que um ‘lançamento para baixo’; como que ‘uma queda do céu’.2 Em sua predição da queda do orgulhoso e arrogante rei Nabucodonosor, de Babilônia, o profeta Isaías usou esta alegoria:

“Como você caiu do céu, ó brilhante, filho da aurora! [...] Você disse no seu coração: ‘Subirei aos céus. Elevarei o meu trono acima das estrelas dos Deuses e me sentarei no monte de reunião, nas partes mais distantes do norte. Subirei acima das nuvens; eu me tornarei semelhante aos Altíssimos.’ Mas é na sepultura que você será lançado, nas partes mais profundas da cova.” — Isaías 14:12-15.

   Jesus também usou uma linguagem similar ao falar sobre a cidade de Cafarnaum, que ele tinha escolhido como sua moradia e onde ele tinha executado muitos de seus milagres. (Veja Mateus 4:13-16.) Esta, porém, não haveria de ser uma razão para a cidade se orgulhar: “E tu, Cafarnaum, serás por acaso enaltecida ao céu?”, perguntou ele. “Até a sepultura tu descerás!”, respondeu, conforme registrado pelo evangelista Lucas. — Lucas 10:15.

   Outro exemplo deste modo de discursar é encontrado nos versículos subsequentes do mesmo evangelho, onde se menciona o retorno alegre dos setenta discípulos enviados ao campo por Cristo. Disseram eles todos: “Senhor, até mesmo os demônios nos obedecem pelo uso do teu nome.” O alegre relatório deles foi evidentemente devido ao seu sucesso em expulsar das pessoas possessas e enfermas os demônios, graças ao poder que lhes foi conferido por Jesus ao enviá-los. (Lucas 10:1, 17) Jesus disse então: “Vejo os Satãs já caídos como relâmpago do céu.” — Lucas 10:18.

DE QUE MODO SE CONCRETIZA A QUEDA DOS SATÃS DOS CÉUS E O QUE ERAM ESTES?
   Evidentemente Jesus não quis dizer que viu os Satãs caindo literalmente do céu. Em vez disso, sua declaração expressou vividamente a excitação que ele sentiu diante do relatório vitorioso dos discípulos, pois ele sabia que o ministério bem-sucedido deles (assim como o Seu próprio) pressagiava a iminente queda de todos os Satãs de sua posição de poder. — Compare com Atos 26:18.

   Similarmente, tanto a morte, a ressurreição e exaltação de Jesus Cristo juntos aos Deuses significariam uma derrota decisiva para todos os perversos Deuses iníquos — o Deus Gadrel e sua turma de Deuses Opositores dos Deuses santos Jeová — é também indicado pelo que Jesus disse aos de uma grande multidão que o aclamavam qual Salvador, logo que entrou triunfantemente em Jerusalém, apenas alguns dias antes de sua morte: “Agora há um julgamento deste mundo; agora será lançado fora o governante deste mundo.” — João 12:31.

   Evidentemente é esta vitória sobre o Satã Gadrel e seus Deuses-Mensageiros que é descrita num cenário simbólico apresentado em Apocalipse 12:1-12. Ali se relata uma visão dada ao apóstolo João onde ele viu “no céu” uma mulher grávida. Disse João que ela estava “vestida do sol e [tinha] a lua debaixo dos seus pés, e na sua cabeça havia uma coroa de doze estrelas”. Um grande dragão com sete cabeças, identificado depois como “a serpente original, o chamado Diabo e Satanás”, também foi visto como “sinal no céu”. Depois de ‘ter arrastado um terço das estrelas do céu para a terra’, ele se posicionou diante da mulher, pronto a devorar seu filho. A mulher “deu à luz um filho, um varão, que há de pastorear todas as nações com vara de ferro. E o filho dela foi arrebatado para os Deuses e para o seu trono.” — Apocalipse 12:1-5.

QUANDO REALMENTE NASCEU O REINO E QUE QUESTÕES SE LANÇA SOBRE A DATA DE 1914 E SOBRE OS QUE DELA DEPENDE?
   Não é possível que isso represente o estabelecimento do reino de Cristo no céu em 1914, como defende os do Corpo dos Governantes desde a organização Torre de Vigia.3 Como poderia o Reino de Cristo estar tão frágil em 1914, a ponto de correr o risco de ser devorado pelos Satãs, tendo de ser “arrebatado” das mandíbulas deles para o trono dos Deuses? Esta ideia está no mais gritante contraste com o ensino das Escrituras, mais especificamente nas Escrituras Gregas cristãs, que, segundo elas, desde sua ressurreição, Cristo está de posse de “toda a autoridade no céu e na terra” e está exaltado “muito acima de todo governo, e autoridade, e poder”. — Mateus 28:18; Efésios 1:21.

   Houve apenas uma vez em que Jesus Cristo esteve evidentemente em uma situação tão vulnerável que Gadrel, o Deus-Satã, achou que poderia “devorá-lo”, e isso aconteceu durante a vida terrestre dele. Foi durante este período que os Satãs tentaram frustrar o “nascimento” de Cristo como rei do mundo. Desde os infanticídios em Belém até a execução final dele sob Pôncio Pilatos, Jesus foi seu alvo principal. Todavia, nem Gadrel nem seus demais comandados Deuses foram bem-sucedidos, pois Cristo foi ressuscitado e “arrebatado para os Deuses e para o seu trono” em 33 EC.

   Conforme já se observou muitas vezes, a apresentação da entronização de Cristo como um “nascimento” em Apocalipse 12:5 é uma alusão ao Salmo 2:6-9, onde foi registrado um decreto pronunciado por um dos Deuses santos Jeová. Segundo a TNM-Revisada diz ali:

“‘Eu mesmo empossei o meu rei em Sião, meu santo monte.’ Proclamarei o decreto de Jeová; ele me disse: ‘Você é meu filho; hoje eu me tornei seu pai. Peça-me, e eu lhe darei nações como herança e os confins da terra como sua propriedade. Você as quebrará com um cetro de ferro, e as despedaçará como a um vaso de barro.”

   Os escritores cristãos aplicaram repetidamente este salmo à exaltação de Cristo à direita dos Deuses em 33 EC, não depois disso, não em 1914 EC ou noutra data tão tardia. (Atos 4:25-28; 13:32-33; Romanos 1:4; Hebreus 1:5; 5:5)4 Da mesma forma que Apocalipse 12:5, este salmo messiânico também fala de Cristo como tendo recebido o poder para quebrantar as nações “com um cetro de ferro”, e isso, evidentemente, aconteceu também em 33 EC.5

   Em Apocalipse 12:7-12, outro cenário “no céu” é apresentado a João, um cenário de guerra: “[O Deus de Deuses, ou Arcanjo] Miguel e os seus Deuses-Mensageiros batalhavam com o dragão, e o dragão e os seus Deuses-Satãs batalhavam” com eles. A batalha terminou com uma completa derrota para todos estes Satãs, veja: “Assim foi lançado para baixo o grande dragão, a serpente original, o chamado Diabo e Satanás, que está desencaminhando toda a terra habitada; ele foi lançado para baixo, à terra, e os seus anjos [ou Deuses-Satãs] foram lançados para baixo junto com ele. E ouvi uma voz alta no céu dizer: ‘Agora se realizou a salvação, e o poder, e o reino de nossos Deuses, e a autoridade do Cristo deles, porque foi lançado para baixo o acusador dos nossos irmãos, o qual os acusa dia e noite perante os nossos Deuses!’” — Apocalipse 12:9-10.

   A exclamação que se segue à “expulsão” dos Satãs, segundo a qual “agora se realizou a salvação, e o poder, e o reino de nossos Deuses, e a autoridade do Cristo deles” aponta claramente para o tempo da morte, ressurreição e exaltação de Cristo, a quem havia sido dada naquele momento “toda a autoridade no céu e na terra”, o que fora tornado público mediante uma suntuosa e merecida cerimônia de posse e coroação nos domínios de cima logo que ele fora ‘levado diante do Antigo de Dias’.6

   Que a “guerra no céu” dificilmente poderia ser entendida como uma guerra literal é indicada pelos versículos seguintes. Quando Gadrel e seus capangas-Satãs foram lançados para a terra, eles perseguiram a “mulher” celestial e então “foi travar guerra com os remanescentes da sua semente” que “têm a obra de dar testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:13-17). O versículo 11 declara que os seguidores de Cristo que se tornaram os mártires nesta guerra “o venceram [isto é, a Satanás] por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do seu testemunho”.

QUE RESPONSABILIDADE SE LANÇA SOBRE TODOS NÓS NO SENTIDO DE DEFENDER A VERDADE MESMO DIANTE DOS MUITOS QUE DEFENDEM A MENTIRA NOS DIAS DE HOJE?
   Isto explica a natureza da “guerra”: Por meio de sua morte como cordeiro sacrificial, Cristo venceu Satanás e provocou sua “queda do céu.” Os mártires cristãos são apresentados como participantes nesta vitória, sendo habilitados a vencer os Satãs “por causa do sangue do Cordeiro”. Satanás, o “acusador”, não é mais capaz de acusá-los “dia e noite perante os nossos Deuses” porque, através da morte de Cristo, os pecados deles são perdoados. Ou seja, para todos os efeitos, a “guerra no céu” é uma representação figurativa da vitória de Cristo sobre todos os Satãs por meio de sua morte sacrificial como Cordeiro. É óbvio que esta “guerra” não tem nada que ver com o ano de 19147 e tampouco ocorreu literalmente nos domínios espaciais, mais no figurado campo do enaltecimento X rebaixamento.

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   O “espírito dos Deuses santos” tem feito sua parte, conforme prometido pelo Senhor Jesus, que é capacitar a todos os predispostos a entenderem a verdade. (Daniel 4:8) Cabe agora a cada um desses corresponder, por aceitar essas verdades — mesmo que isso signifique ir contra muitos que preferirão continuar nas mentiras —, divulgando-as também sem sessar aos famintos espirituais. (Isaías 65:13; Amós 8:11) É fato que ‘a colheita é deveras grande’ e nossos Senhores, os Deuses Grandes, Jeová, têm continuado a enviar seus trabalhadores. (Lucas 10:2) Se você se vê como um deles, então aceite esta incumbência da parte Deles e vá ao campo pregar essas boas novas sem sessar! Qual apóstolo dos Deuses santos para os dias atuais, eu tenho indicado as redes sociais, os blogues e até mesmo os correios eletrônicos como os meios mais rápidos de se fazer um ‘plantio e colheita’ para este tempo. Aproveite todos os recursos disponíveis hoje, como as nossas excelentes publicações digitais, as revistas A Continela, Cempertai! e nossa nova brochura, e vá à obra, ó servo de nossos Deuses santos! Saiba que por fazeres isso há as muitas bênçãos te aguardando do outro lado: ‘herdará o reino preparado para você desde a fundação do mundo’ e, então, você ‘reinará para sempre’ ali. — Mateus 9:37; 25:34; 28:19, 20; Apocalipse 22:5.
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1 Similarmente, no idioma português podemos falar de uma pessoa ser “colocada nas alturas” [correspondente em inglês: “praised to the skies” (“exaltada aos céus”)];
2 Metáforas similares são encontradas em fontes extraescriturais dos tempos antigos. Por exemplo, tanto Cícero como Horácio (1º século AEC) compararam a queda de uma alta posição política com “cair do céu”;
3 Para maiores detalhes de porquê 1914 EC não marca o início do Reino dos Deuses, queira ler o número 19 de AContinela;
4 Compare com Daniel 8:9-12, que usa a mesma linguagem figurativa para descrever as ações presunçosas do “chifre pequeno” de eliminar a adoração de Jeová;
5 Observe também como o “alvoroço” dos “reis da terra” contra “Jeová e contra o seu ungido” mencionado no Salmo 2:1-3 é aplicado diretamente pelo apóstolo Pedro em Atos 4:25-28 às ações que as autoridades judaicas e romanas tomaram contra Jesus;

7 Conforme Cristo explicou à congregação em Tiatira, ele já estava naquele momento de posse desta “vara de ferro” e, desta forma, podia prometer compartilhar sua “autoridade sobre as nações” com “aquele que vencer e observar as minhas ações até o fim”. — Apocalipse 2:26-27.