10 de maio de 2015

‘JESUS NÃO SUBIU AOS CÉUS’, CONCLUE UM ANTICRISTO

“P
ESQUISA que revelaria ossada de Cristo coloca em dúvida o dogma da ressureição”. Essa afirmação aparece logo abaixo de uma indagação-título na revista ISTOÉ de 6 de maio de 2015 (Ano38 – Nº 2370 – p. 52). O motivo para tal alarde baseia-se num novo estudo feito em Israel encabeçado por Aryeh Shimron, um “pesquisador aposentado do Geological Survey of Israel” (Pesquisa Geológica de Israel), como definido por Raul Montenegro, responsável pela matéria de IstoÉ. Que base aponta a revista como tendo sido conclusiva para a afirmação do estudioso e sua equipe? Muito mais importante: Tal pesquisa tem mesmo algum fundo real e verdadeiro, ou seria toda ela apenas mais um ataque feito por um anticristo?

A BASE DO ESTUDO
   Diz a revista que a base do estudo “está relacionada a dois polêmicos achados anteriores”. Que achados foram esses? O primeiro é a divulgação feita em 2002 por um colecionador de relíquias arqueológicas. Ele possuía um ossuário que continha a seguinte inscrição: “Tiago, filho de José, irmão de Jesus”. É bastante curioso que uma relíquia dessas, que, conforme estudos realizados para ele, supostamente apontam como tendo dois mil anos de idade, mais que só agora tenha sido divulgada. (Clique aqui para lê sobre isso.) A segunda base, aponta a matéria, consiste num “documentário” que teria revelado em 2007 dez urnas funerárias encontradas em 1980 em Jerusalém e que levam inscrições com o nome do Senhor e de pessoas a ele próximas. Concordemente, num deles estaria escrito: “Jesus, filho de José”, num outro: “Maria Madalena”, e, num terceiro: “Judas, filho de Jesus”. Diante de tais indícios, o pesquisador então concluiu que, “a convergência de tantos nomes bíblicos ligados ao filho de Deus num único lugar [...] fortalece a chance de serem relacionadas a Cristo”. É razoável tal conclusão?

QUÃO RAZOÁVEIS E CONSISTENTES SÃO AS “EVIDÊNCIAS”?
   Onde quer chegar o pesquisador com sua conclusão (sua "pesquisa" ou sua “análise”, conforme diz IstoÉ?) Simples. Se se confirmar que os ossuários que contém o nome "Jesus" for mesmo o dele, então significa que ele não 'foi levado para cima numa Glória', como aponta a Escritura, o que torna a crença fundamental cristã, a ressurreição de Cristo, algo sem sentido e vã. (Atos 1:2; 1 Tim. 3:16) A matéria de IstoÉ até mesmo cita as memoráveis palavras do apóstolo Paulo, que definiu a fé dos cristãos da seguinte forma: “Se Cristo não foi levantado, a nossa pregação certamente é vã, e a fé que vocês têm também é vã.” (1 Coríntios 15:14, TNM-Rev.) Evidente! Se o “documentário” onde aponta os ossuários encontrados em 2007 forem mesmo do Jesus Cristo e da Maria Madalena que o conheceu, então ‘a fé de mais de dois bilhões de cristãos hoje é vã’. Mas tais ossos e ossuários são mesmo de quem o pesquisador conclui que seja?#

   Embora que as conclusões de Shimrom baseiem-se na simples menção de nomes, o de Jesus e de Maria Madalena juntos e também o de certo Judas que se “apresenta” como sendo “filho de Jesus”, tal conclusão é muito frágil, por uma simples razão: o nome Jesus era muito comum em seus dias e ainda mais nos tempos posteriores, quando ele virou “celebridade” em todo o mundo habitado da época. E quanto ao nome Maria Madalena? Seria ele um nome ímpar na época? Engana-se quem pensa que Madalena seria um nome ou segundo nome. A Maria Madalena que teve contato com o Senhor é assim chamada devido sua origem. Estudo Perspicaz das Escrituras (V. 2, P. 776) explica isso, dizendo que Maria Madalena era um nome “distintivo (que significa ‘De (Pertencente a) Magdala’) provavelmente deriva da cidade de Magdala [...] na margem ocidental do mar da Galileia, a cerca de meio caminho entre Cafarnaum e Tiberíades”. Será que só existia uma Maria em toda a cidade de Magadã?

   Portanto, o nome daquela mulher era primariamente “Maria” e esse nome era muito mais comum que “Jesus”, “Simão”, “Judas” e tantos outros. Para diferenciar esses e muitos outros nomes uns dos outros naqueles tempos usualmente usava-se como referência seu local de nascença — ou o que pensava-se ser esse o local. Assim, Jesus era conhecido como “Jesus de Nazaré”, porque sua família morava lá e, por ter Jesus vivido toda sua infância ali, pensavam que ele teria nascido ali, embora que sabemos hoje que ele nasceu em Belém, em cumprimento de uma profecia. (Marcos 1:9; Atos 10:38; Miqueias 5:2) Hoje não é tão comum os pais porem por nome em seus filhos o nome do Senhor, mais será que você conseguiria contar as Marias existentes nos tempos atuais? Diante disso, o que podemos concluir da pesquisa feita e de seu pesquisador?

SHIMRON É UM ANTICRISTO
   Embora que a revista IstoÉ mencione o “pesquisador aposentado”, o senhor Aryeh Shimron, como tendo usado em sua “análise” materiais de peso em evidências científicas, como “alumínio, magnésio e potássio” — por isso ele ‘chegou à conclusão a que chegou’, aponta a matéria — nós Testemunhas dos Deuses Santos apontamos outro material que esse homem usou nessa sua análise: o veneno dos "muitos enganadores [...] o anticristo". (2 João 7) Não é nenhuma novidade que os judeus daqueles tempos odiavam a Cristo, aos que o anunciaram de antemão e aos seus seguidores, a ponto de os matarem a todos. (Atos 7:52) Eram naqueles tempos e ainda o são hoje verdadeiros anticristos. (1 João 2:18) Por exemplo. Um professor de arqueologia da Universidade Metodista de São Paulo, Rodrigo Silva, é citado na matéria como informando que, dentre os ossuários encontrados (917 ao todo), 25% deles (isto é: 229 ossuários) contém inscrições. Dez desses, aponta, contém o nome “Jesus”. Esse detalhe, porém, de modo algum serve como barreira aos interesses iníquos de um anticristo. Tanto é verdade que, ao fim da matéria, Shimrom é citado como tendo dito que sua descoberta “vai reforçar o credo das pessoas ao invés de ameaçá-lo. Talvez o modifique”. Eles simplesmente desconsidera o fato apontado pelo seu colega arqueólogo Brasileiro. Será que um anticristo tem mesmo a vontade e o desejo de ‘reforçar a fé dos cristãos’? Quais cristãos despertos, temos realmente de “[pô] à prova as declarações inspiradas para ver se elas se originam dos Deuses, pois muitos falsos profetas [anticristos] saíram pelo mundo afora.” — 1 João 4:1; Compare com Mateus 24:24.
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  * Embora a matéria de IstoÉ escreva Jesus como “filho de Deus”, assim com “f” minúsculo, sabemos que devemos classificar Jesus como “Filho” com “F” maiúsculo, pois ele era, como “Filho”, único diante dos Deuses em muitos sentidos. Ademais, quando as Escrituras indicam sua filiação não o faz no sentido comum, mais num sentido abrangente. Jesus era “Filho dos Deuses” — de todos eles — por ter sido enviado à terra por eles qual humano.
   # Jesus verazmente ressuscitou e ascendeu aos céus. Porém, o que antes se pensava sobre de que forma subiu ele e o que era a “nuvem” que o elevou aos céus é hoje mais plenamente entendida como tendo sido uma das gloriosas aeronaves dos Deuses. A Revista Cempertai! número 5 (cp5P_setout14) tem todas essas novas verdades. Vale a pena lê-la agora.


4 de maio de 2015

A GUERRA “NO CÉU" E A "EXPULSÃO" DOS SATÃS DALI

N
UMA PARTICULAR linguagem figurada presente nas Escrituras, o enaltecimento de uma pessoa à uma posição de favor é comparada com tal pessoa ser “levada ao céu” ou “aos céus” onde, ali, passa a ser comparada a uma estrela. De fato usamos uma expressão coloquial onde, quando se quer elogiar ou promover alguém, diz-se em coloca-la ‘nas alturas’.1 Concordemente, quando é o oposto disso que ocorre, quando tal pessoa é humilhada — ou que esteja prestes a isso — diz-se que sua derrota ou queda de uma alta posição será como que um ‘lançamento para baixo’; como que ‘uma queda do céu’.2 Em sua predição da queda do orgulhoso e arrogante rei Nabucodonosor, de Babilônia, o profeta Isaías usou esta alegoria:

“Como você caiu do céu, ó brilhante, filho da aurora! [...] Você disse no seu coração: ‘Subirei aos céus. Elevarei o meu trono acima das estrelas dos Deuses e me sentarei no monte de reunião, nas partes mais distantes do norte. Subirei acima das nuvens; eu me tornarei semelhante aos Altíssimos.’ Mas é na sepultura que você será lançado, nas partes mais profundas da cova.” — Isaías 14:12-15.

   Jesus também usou uma linguagem similar ao falar sobre a cidade de Cafarnaum, que ele tinha escolhido como sua moradia e onde ele tinha executado muitos de seus milagres. (Veja Mateus 4:13-16.) Esta, porém, não haveria de ser uma razão para a cidade se orgulhar: “E tu, Cafarnaum, serás por acaso enaltecida ao céu?”, perguntou ele. “Até a sepultura tu descerás!”, respondeu, conforme registrado pelo evangelista Lucas. — Lucas 10:15.

   Outro exemplo deste modo de discursar é encontrado nos versículos subsequentes do mesmo evangelho, onde se menciona o retorno alegre dos setenta discípulos enviados ao campo por Cristo. Disseram eles todos: “Senhor, até mesmo os demônios nos obedecem pelo uso do teu nome.” O alegre relatório deles foi evidentemente devido ao seu sucesso em expulsar das pessoas possessas e enfermas os demônios, graças ao poder que lhes foi conferido por Jesus ao enviá-los. (Lucas 10:1, 17) Jesus disse então: “Vejo os Satãs já caídos como relâmpago do céu.” — Lucas 10:18.

DE QUE MODO SE CONCRETIZA A QUEDA DOS SATÃS DOS CÉUS E O QUE ERAM ESTES?
   Evidentemente Jesus não quis dizer que viu os Satãs caindo literalmente do céu. Em vez disso, sua declaração expressou vividamente a excitação que ele sentiu diante do relatório vitorioso dos discípulos, pois ele sabia que o ministério bem-sucedido deles (assim como o Seu próprio) pressagiava a iminente queda de todos os Satãs de sua posição de poder. — Compare com Atos 26:18.

   Similarmente, tanto a morte, a ressurreição e exaltação de Jesus Cristo juntos aos Deuses significariam uma derrota decisiva para todos os perversos Deuses iníquos — o Deus Gadrel e sua turma de Deuses Opositores dos Deuses santos Jeová — é também indicado pelo que Jesus disse aos de uma grande multidão que o aclamavam qual Salvador, logo que entrou triunfantemente em Jerusalém, apenas alguns dias antes de sua morte: “Agora há um julgamento deste mundo; agora será lançado fora o governante deste mundo.” — João 12:31.

   Evidentemente é esta vitória sobre o Satã Gadrel e seus Deuses-Mensageiros que é descrita num cenário simbólico apresentado em Apocalipse 12:1-12. Ali se relata uma visão dada ao apóstolo João onde ele viu “no céu” uma mulher grávida. Disse João que ela estava “vestida do sol e [tinha] a lua debaixo dos seus pés, e na sua cabeça havia uma coroa de doze estrelas”. Um grande dragão com sete cabeças, identificado depois como “a serpente original, o chamado Diabo e Satanás”, também foi visto como “sinal no céu”. Depois de ‘ter arrastado um terço das estrelas do céu para a terra’, ele se posicionou diante da mulher, pronto a devorar seu filho. A mulher “deu à luz um filho, um varão, que há de pastorear todas as nações com vara de ferro. E o filho dela foi arrebatado para os Deuses e para o seu trono.” — Apocalipse 12:1-5.

QUANDO REALMENTE NASCEU O REINO E QUE QUESTÕES SE LANÇA SOBRE A DATA DE 1914 E SOBRE OS QUE DELA DEPENDE?
   Não é possível que isso represente o estabelecimento do reino de Cristo no céu em 1914, como defende os do Corpo dos Governantes desde a organização Torre de Vigia.3 Como poderia o Reino de Cristo estar tão frágil em 1914, a ponto de correr o risco de ser devorado pelos Satãs, tendo de ser “arrebatado” das mandíbulas deles para o trono dos Deuses? Esta ideia está no mais gritante contraste com o ensino das Escrituras, mais especificamente nas Escrituras Gregas cristãs, que, segundo elas, desde sua ressurreição, Cristo está de posse de “toda a autoridade no céu e na terra” e está exaltado “muito acima de todo governo, e autoridade, e poder”. — Mateus 28:18; Efésios 1:21.

   Houve apenas uma vez em que Jesus Cristo esteve evidentemente em uma situação tão vulnerável que Gadrel, o Deus-Satã, achou que poderia “devorá-lo”, e isso aconteceu durante a vida terrestre dele. Foi durante este período que os Satãs tentaram frustrar o “nascimento” de Cristo como rei do mundo. Desde os infanticídios em Belém até a execução final dele sob Pôncio Pilatos, Jesus foi seu alvo principal. Todavia, nem Gadrel nem seus demais comandados Deuses foram bem-sucedidos, pois Cristo foi ressuscitado e “arrebatado para os Deuses e para o seu trono” em 33 EC.

   Conforme já se observou muitas vezes, a apresentação da entronização de Cristo como um “nascimento” em Apocalipse 12:5 é uma alusão ao Salmo 2:6-9, onde foi registrado um decreto pronunciado por um dos Deuses santos Jeová. Segundo a TNM-Revisada diz ali:

“‘Eu mesmo empossei o meu rei em Sião, meu santo monte.’ Proclamarei o decreto de Jeová; ele me disse: ‘Você é meu filho; hoje eu me tornei seu pai. Peça-me, e eu lhe darei nações como herança e os confins da terra como sua propriedade. Você as quebrará com um cetro de ferro, e as despedaçará como a um vaso de barro.”

   Os escritores cristãos aplicaram repetidamente este salmo à exaltação de Cristo à direita dos Deuses em 33 EC, não depois disso, não em 1914 EC ou noutra data tão tardia. (Atos 4:25-28; 13:32-33; Romanos 1:4; Hebreus 1:5; 5:5)4 Da mesma forma que Apocalipse 12:5, este salmo messiânico também fala de Cristo como tendo recebido o poder para quebrantar as nações “com um cetro de ferro”, e isso, evidentemente, aconteceu também em 33 EC.5

   Em Apocalipse 12:7-12, outro cenário “no céu” é apresentado a João, um cenário de guerra: “[O Deus de Deuses, ou Arcanjo] Miguel e os seus Deuses-Mensageiros batalhavam com o dragão, e o dragão e os seus Deuses-Satãs batalhavam” com eles. A batalha terminou com uma completa derrota para todos estes Satãs, veja: “Assim foi lançado para baixo o grande dragão, a serpente original, o chamado Diabo e Satanás, que está desencaminhando toda a terra habitada; ele foi lançado para baixo, à terra, e os seus anjos [ou Deuses-Satãs] foram lançados para baixo junto com ele. E ouvi uma voz alta no céu dizer: ‘Agora se realizou a salvação, e o poder, e o reino de nossos Deuses, e a autoridade do Cristo deles, porque foi lançado para baixo o acusador dos nossos irmãos, o qual os acusa dia e noite perante os nossos Deuses!’” — Apocalipse 12:9-10.

   A exclamação que se segue à “expulsão” dos Satãs, segundo a qual “agora se realizou a salvação, e o poder, e o reino de nossos Deuses, e a autoridade do Cristo deles” aponta claramente para o tempo da morte, ressurreição e exaltação de Cristo, a quem havia sido dada naquele momento “toda a autoridade no céu e na terra”, o que fora tornado público mediante uma suntuosa e merecida cerimônia de posse e coroação nos domínios de cima logo que ele fora ‘levado diante do Antigo de Dias’.6

   Que a “guerra no céu” dificilmente poderia ser entendida como uma guerra literal é indicada pelos versículos seguintes. Quando Gadrel e seus capangas-Satãs foram lançados para a terra, eles perseguiram a “mulher” celestial e então “foi travar guerra com os remanescentes da sua semente” que “têm a obra de dar testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:13-17). O versículo 11 declara que os seguidores de Cristo que se tornaram os mártires nesta guerra “o venceram [isto é, a Satanás] por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do seu testemunho”.

QUE RESPONSABILIDADE SE LANÇA SOBRE TODOS NÓS NO SENTIDO DE DEFENDER A VERDADE MESMO DIANTE DOS MUITOS QUE DEFENDEM A MENTIRA NOS DIAS DE HOJE?
   Isto explica a natureza da “guerra”: Por meio de sua morte como cordeiro sacrificial, Cristo venceu Satanás e provocou sua “queda do céu.” Os mártires cristãos são apresentados como participantes nesta vitória, sendo habilitados a vencer os Satãs “por causa do sangue do Cordeiro”. Satanás, o “acusador”, não é mais capaz de acusá-los “dia e noite perante os nossos Deuses” porque, através da morte de Cristo, os pecados deles são perdoados. Ou seja, para todos os efeitos, a “guerra no céu” é uma representação figurativa da vitória de Cristo sobre todos os Satãs por meio de sua morte sacrificial como Cordeiro. É óbvio que esta “guerra” não tem nada que ver com o ano de 19147 e tampouco ocorreu literalmente nos domínios espaciais, mais no figurado campo do enaltecimento X rebaixamento.

Aproveite todos os recursos hoje disponíveis pelas TDS
 para pregar  essas boas novas do reino
 aos famintos da verdade!
   O “espírito dos Deuses santos” tem feito sua parte, conforme prometido pelo Senhor Jesus, que é capacitar a todos os predispostos a entenderem a verdade. (Daniel 4:8) Cabe agora a cada um desses corresponder, por aceitar essas verdades — mesmo que isso signifique ir contra muitos que preferirão continuar nas mentiras —, divulgando-as também sem sessar aos famintos espirituais. (Isaías 65:13; Amós 8:11) É fato que ‘a colheita é deveras grande’ e nossos Senhores, os Deuses Grandes, Jeová, têm continuado a enviar seus trabalhadores. (Lucas 10:2) Se você se vê como um deles, então aceite esta incumbência da parte Deles e vá ao campo pregar essas boas novas sem sessar! Qual apóstolo dos Deuses santos para os dias atuais, eu tenho indicado as redes sociais, os blogues e até mesmo os correios eletrônicos como os meios mais rápidos de se fazer um ‘plantio e colheita’ para este tempo. Aproveite todos os recursos disponíveis hoje, como as nossas excelentes publicações digitais, as revistas A Continela, Cempertai! e nossa nova brochura, e vá à obra, ó servo de nossos Deuses santos! Saiba que por fazeres isso há as muitas bênçãos te aguardando do outro lado: ‘herdará o reino preparado para você desde a fundação do mundo’ e, então, você ‘reinará para sempre’ ali. — Mateus 9:37; 25:34; 28:19, 20; Apocalipse 22:5.
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1 Similarmente, no idioma português podemos falar de uma pessoa ser “colocada nas alturas” [correspondente em inglês: “praised to the skies” (“exaltada aos céus”)];
2 Metáforas similares são encontradas em fontes extraescriturais dos tempos antigos. Por exemplo, tanto Cícero como Horácio (1º século AEC) compararam a queda de uma alta posição política com “cair do céu”;
3 Para maiores detalhes de porquê 1914 EC não marca o início do Reino dos Deuses, queira ler o número 19 de AContinela;
4 Compare com Daniel 8:9-12, que usa a mesma linguagem figurativa para descrever as ações presunçosas do “chifre pequeno” de eliminar a adoração de Jeová;
5 Observe também como o “alvoroço” dos “reis da terra” contra “Jeová e contra o seu ungido” mencionado no Salmo 2:1-3 é aplicado diretamente pelo apóstolo Pedro em Atos 4:25-28 às ações que as autoridades judaicas e romanas tomaram contra Jesus;

7 Conforme Cristo explicou à congregação em Tiatira, ele já estava naquele momento de posse desta “vara de ferro” e, desta forma, podia prometer compartilhar sua “autoridade sobre as nações” com “aquele que vencer e observar as minhas ações até o fim”. — Apocalipse 2:26-27.


29 de abril de 2015

O JEJUM NOS TEMPOS ANTIGOS

JEJUAR ACHEGA VOCÊ MAIS AOS DEUSES?
‘Jejuar é algo que ajuda você a pensar nos Deuses e o faz lembrar que coisas materiais não são as coisas mais importantes na vida.’ — UMA SENHORA CATÓLICA.

‘Jejuar ajuda você a ter uma ligação espiritual com os Deuses.’ — UM RABINO JUDEU.

‘Na minha religião, jejuar é uma obrigação, algo fundamental para mostrar minha devoção aos Deuses e meu apreço por eles. Eu jejuo porque amo aos Deuses.’ — UMA SEGUIDORA DE PASTORES DA ASSEMBLEIA DE DEUS.

JEJUAR é uma prática comum em muitas religiões do mundo hoje, incluindo algumas religiões evangélicas brasileiras que, comandadas por líderes humanos, obrigam-se a fazer isso sempre. Muitos acreditam que ficar sem se alimentar por um certo tempo achega a pessoa mais aos Deuses santos Jeová.

O QUE VOCÊ ACHA? SERÁ QUE DEVEMOS JEJUAR? O QUE A PALAVRA DOS DEUSES, A ESCRITURA SAGRADA, DIZ SOBRE ESSE ASSUNTO?

O JEJUM NOS TEMPOS ANTIGOS

N
OS TEMPOS ANTIGOS, as pessoas jejuavam por vários motivos que tinham a aprovação divina. Alguns jejuavam para mostrar extrema tristeza ou arrependimento de pecados (1 Samuel 7:4-6), para implorar o favor dos Deuses ou pedir suas orientações (Juízes 20:26-28; Lucas 2:36, 37), ou para aumentar a concentração ao meditar. — Mateus 4:1, 2.

   Mas as Escrituras também falam de jejuns que não foram aprovados por nenhum dos Deuses. O Rei Saul jejuou antes de consultar uma médium espírita. (Levítico 20:6; 1 Samuel 28:20) Pessoas más, como Jezabel e os fanáticos que planejaram matar o apóstolo Paulo, proclamaram jejuns. (1 Reis 21:7-12; Atos 23:12-14) Os fariseus eram conhecidos por jejuarem regularmente. (Marcos 2:18) Ainda assim, eles foram condenados por Jesus e não agradaram aos Deuses por jejuar. (Mateus 6:16; Lucas 18:12) Da mesma forma, Jeová não levaram em conta os jejuns de certos israelitas por causa da má conduta e da motivação errada deles. — Jeremias 14:12.

   Esses exemplos mostram que não é o ato de jejuar em si mesmo que agrada aos Deuses. No entanto, muitos servos sinceros dos Deuses que jejuavam tiveram a aprovação deles. Sendo assim, será que os cristãos devem jejuar?

OS CRISTÃOS SÃO OBRIGADOS A JEJUAR?
   A Lei mosaica ordenava que os judeus ‘atribulassem as suas almas’, ou seja, que jejuassem, uma vez por ano no Dia da Expiação. (Levítico 16:29-31; Salmo 35:13) Esse foi o único jejum que Jeová ordenaram ao seu povo.* Os judeus que viviam debaixo da Lei mosaica tinham de obedecer a essa ordem. Mas não se exige que os cristãos sigam a Lei mosaica. — Romanos 10:4; Colossenses 2:14.

   Apesar de Jesus jejuar como a Lei exigia, ele não era conhecido por essa prática. Ele disse aos seus discípulos como deviam agir caso decidissem jejuar, mas nunca ordenou que fizessem isso. (Mateus 6:16-18; 9:14) Então, por que Jesus disse que seus discípulos jejuariam depois de sua morte? (Mateus 9:15) Isso não foi uma ordem. As palavras de Jesus simplesmente significavam que, quando ele morresse, seus discípulos sofreriam muito e perderiam a vontade de comer.

   Dois relatos nas escrituras de alguns cristãos do primeiro século, que jejuaram, mostram que se a pessoa decide se abster de alimento com boa motivação, isso é aceitável aos Deuses. (Atos 13:2, 3; 14:23)# Portanto, os cristãos não são obrigados a jejuar. No entanto, a pessoa que decide fazer isso deve estar atenta a alguns perigos.

CUIDADO COM AS ARMADILHAS
   Uma armadilha a se evitar com respeito ao jejum é a pessoa se achar muito justa. A Escritura alerta contra adotar uma “humildade fingida”. (Colossenses 2:20-23) A ilustração de Jesus sobre o fariseu orgulhoso, que se sentia moralmente superior aos outros porque sempre jejuava, não deixa dúvidas de que os Deuses rejeitam esse tipo de conduta. — Lucas 18:9-14.

   Também seria um erro tornar público que você está jejuando ou jejuar porque outra pessoa lhe disse para fazer isso. De acordo com Mateus 6:16-18, Jesus falou que jejuar devia ser um assunto particular, entre a pessoa e os Deuses, e que ela não devia falar sobre isso a outros.

   A pessoa nunca deve pensar que jejuar é, de alguma forma, uma compensação pelos pecados. Para ser aceitável aos Deuses, o jejum deve ser acompanhado de obediência às Suas leis. (Isaías 58:3-7) O que leva ao perdão de pecados é o arrependimento de coração, não o ato de jejuar. (Joel 2:12, 13) A Escritura enfatiza que recebemos o perdão de Jeová por causa da vasta bondade expressa por meio do sacrifício de Cristo. É impossível ganhar o perdão por meio de obras, incluindo o jejum. — Romanos 3:24, 27, 28; Gálatas 2:16; Efésios 2:8, 9.

   Isaías 58:3 ilustra outro erro comum. Os israelitas deram a entender que Jeová deviam algo a eles por causa de seu jejum, como se estivessem fazendo um favor aos Deuses. Eles perguntaram: “Por que razão jejuamos e Vocês não veem isso, e atribulamos a nossa alma e Vocês não notaram [isso]?” Da mesma forma hoje, muitas pessoas pensam que, por jejuarem, podem esperar que os Deuses lhes dê algo em troca. Nunca devemos imitar essa atitude desrespeitosa e antiescritura.

   Outros acreditam que podem ganhar algum benefício por se submeter ao desconforto do jejum, surrando o corpo ou algo similar. A Palavra dos Deuses condena esse tipo de pensamento mostrando que a “severidade para com o corpo [...] não têm valor algum no combate” aos desejos errados. — Colossenses 2:20-23, JFA.

UM PONTO DE VISTA EQUILIBRADO
   Jejuar não é obrigatório, nem é errado. Ele talvez seja benéfico em algumas circunstâncias, se os perigos já mencionados forem evitados. No entanto, jejuar não é o fator mais importante da adoração aceitável aos Deuses. Jeová são os “Deuses felizes”, e quer que seus servos sejam felizes. (1 Timóteo 1:11) A própria Palavra deles diz: ‘Não há nada melhor do que todo homem esteja comendo e bebendo, e vejam com isso o que é bom por todo o seu trabalho árduo. Fazer isso é a dádiva dos Deuses a eles.’ — Eclesiastes 3:12, 13.

Fariseus modernos mostram hoje humildade fingida quando jejuam.
   Nossa adoração aos Deuses santos Jeová deve ser caracterizada pela alegria, mas a Escritura nunca associa o jejum à felicidade. Além disso, se o jejum afetasse nossa saúde ou tirasse nossa energia para o serviço alegre que os nossos Formadores confiaram a nós cristãos, ou seja, declarar as boas novas do Reino — alguns de casa em casa, outros nas praças, ainda outros nas várias igrejas e também os que escolheram a internete para fazer isso —, então ele teria o efeito contrário ao desejado.

   Independentemente de nossa decisão sobre o jejum, devemos evitar julgar outros. Entre os cristãos, não deveria haver controvérsias sobre esse assunto, “pois o reino dos Deuses não significa comer e beber, mas significa justiça, e paz, e alegria com espírito santo”. — Romanos 14:17.
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  * O jejum que Ester fez antes da Festividade de Purim não foi ordenado pelos Deuses, embora parece ter tido a sua aprovação.

  # Algumas Bíblias, que é uma parte de "toda a Escritura" (2 Tim. 3:16) incluem referências espúrias a jejum, mas esses textos não aparecem nos manuscritos gregos mais antigos. — Mateus 17:21; Marcos 9:29; Atos 10:30, Almeida, revista e corrigida.